
Entre os dias 18 e 21 de março, o Congresso Mundial Brangus 2026 transformou o Parque de Exposições Governador Ney Braga, em Londrina (PR), no principal palco da pecuária mundial. Reunindo criadores, técnicos e investidores de diversos países, o evento consolidou o Brasil como vitrine global da genética Brangus e abriu espaço para negócios de alto impacto.
Nesse cenário estratégico, a Central Leilões protagonizou um dos capítulos mais relevantes do encontro ao conduzir três remates que combinaram volume, qualidade genética e alcance internacional.
Ao todo, os leilões organizados pela leiloeira movimentaram mais de R$ 6,5 milhões, resultado que reflete não apenas a liquidez do mercado, mas também a confiança dos criadores na leiloeira. Mais do que cifras, os números evidenciam a força de uma cadeia produtiva cada vez mais conectada e exigente.
A presença de público também reforçou a dimensão do evento: mais de 3 mil pessoas passaram pelo parque durante a programação, acompanhando de perto uma vitrine composta por cerca de 600 animais de pista — exemplares que elevaram o padrão da raça e demonstraram o avanço genético alcançado no país.
Um dos principais destaques da atuação da Central Leilões foi a internacionalização das vendas. Animais comercializados durante os remates seguirão para mercados estratégicos da América do Sul como Argentina, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, evidenciando a competitividade da genética brasileira no cenário global.
No mercado interno, a capilaridade também chamou atenção. Compradores de sete estados — Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina — participaram ativamente das negociações, mostrando a amplitude da demanda e o fortalecimento da raça em diferentes regiões produtivas.
Para o diretor-presidente da Central Leilões, Lourenço Campo, o evento representou um marco para a pecuária nacional. “É uma grande satisfação para a Central Leilões fazer parte de um momento histórico como o Congresso Mundial Brangus, realizado em Londrina, um evento que coloca o Brasil no centro das atenções da pecuária mundial e reforça a força da nossa genética e da nossa produção”, afirma.
Segundo ele, o congresso foi além do intercâmbio técnico. “Foi muito mais do que troca de conhecimento — foi geração real de negócios e conexões internacionais”, destaca.
Lourenço também enfatiza que os resultados obtidos durante os leilões refletem a credibilidade construída pela empresa ao longo dos anos. “Alcançamos um faturamento total de mais de R$6,5 milhões. Mais do que números, isso representa confiança no nosso trabalho e na qualidade dos animais ofertados.”
A exportação de genética foi outro ponto de destaque na avaliação do executivo. “Conseguimos levar a genética Brangus para além das nossas fronteiras, mostrando que o Brangus brasileiro é competitivo e desejado no cenário internacional.”
Ao final do evento, a leitura é clara: o Mundial Brangus não apenas projetou o Brasil como protagonista global da raça, mas também consolidou empresas como a Central Leilões como agentes fundamentais na conexão entre genética, mercado e oportunidades.
“Ficam aqui os meus cumprimentos a todos os criadores de Brangus, em especial a toda a diretoria, nas pessoas do presidente do Congresso, Ladislau Lancsarics, e de João Paulo Schneider da Silva (Kaju), presidente da Associação Brasileira de Brangus”, concluiu Lourenço Campo.


